sexta-feira, 12 de julho de 2013
Ford cria Mustang inspirado em caça da II Guerra Mundial
Red Tails presta homenagem ao agrupamento Tuskegee Airmen.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Primeiras impressões: Ford New Fiesta Sedan 2014 Powershift
Primeiras impressões: Ford New Fiesta Sedan 2014 Powershift
Modelo volta às lojas, agora reestilizado e sem tanquinho de gasolina.
Conjunto é acertado; porta-malas menor é principal desvantagem.
Na apresentação do carro, Ramos destacou as vantagens da versão topo de linha, Titanium Poweshift (com câmbio automatizado, a partir de R$ 58,9 mil), sobre o City LX automático (R$ 60,4 mil), intermediário, apontando que o modelo Ford possui 7 airbags contra 2 do concorrente, além de controle de estabilidade e de tração (de série), e assistente de partida em rampa (idem).
A comparação chegou às medidas. Os dois agora têm o mesmo comprimento: 4,40 m. Mas o Fiesta reestilizado, apesar de minimamente mais curto que o anterior (de 4,41 m), manteve a distância entre-eixos de 2.489 milímetros contra 2.550 mm do City, para ser preciso. A capacidade do porta-malas, no entanto, é de 465 l contra os 506 l do rival.
Ao volante
Nós experimentamos no lançamento a configuração mais cara, Titanium, única disponibilizada. Além dos mencionados 7 airbags, ela conta com bancos e volante em couro, rodas de liga leve de 16 polegadas, controle de velocidade, sensor de estacionamento traseiro, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, espelho retrovisor interno que escurece automaticamente, painel central com detalhes em preto e grade dianteira cromada.
lançamento do modelo
O New Fiesta manteve o motor 1.6 Sigma, mas ele agora tem duplo comando de válvulas variável, que resultou em ganho de potência (130 cavalos com álcool, 125 cv com gasolina; antes eram 115 cv e 110 cv, respectivamente). O "adeus" ao tanquinho também é um alívio -e outra vantagem sobre o City que promete ser breve, já que a Honda implantou neste ano a tecnologia no Civic.
O carro avaliado era equipado com câmbio Powershift, que deverá ser a configuração responsável pela maior parte das vendas, segundo Ramos.
Conjunto acertado, mas ruidoso
O conjunto, como um todo, se mostra bem acertado. A suspensão deixa o carro firme mesmo em curvas mais fechadas, e não transfere muito as irregularidades da pista para os ocupantes -apesar de que as estradas testadas eram bem conservadas e, nos trechos em cidades, os obstáculos eram somente lombadas.
O câmbio faz trocas de forma precisa, uma obrigação para esse tipo de sistema. Nas retomadas, porém, o carro parece sofrer um pouco até ganhar a velocidade desejada. E ronca forte: nessas horas o som vaza bastante para dentro da cabine.
espaço traseiro é aceitável para dois (Divulgação)
Interior
Voltando ao assunto medidas, o espaço interno é bom, mas a sensação ainda é de que os concorrentes dessa categoria oferecem mais, sobretudo no banco traseiro, onde o teto fica bem perto da cabeça mesmo de quem tem altura mediana e os joelhos encostam nos bancos de frente. Nem pensar em colocar 3 pessoas ali.
O acabamento, para uma versão de quase R$ 60 mil, poderia ser melhor. Os plásticos predominam, mas são agradáveis ao toque. Nada mudou no desenho do painel central, que continua com linhas modernas e controles bem intuitivos.
Conclusão
A Ford assume que o sedã não será um carro de grande volume de vendas como espera que o New Fiesta Hatch brasileiro, que parte de R$ 38,9 mil, seja. A projeção é de que a versão continue com uma média de emplacamentos semelhante à da anterior. Em 2011, foram vendidos 13 mil New Fiesta Sedan e, em 2012, 10,3 mil, segundo a Fenabrave.
Não faltam opções entre sedãs compactos, onde há ainda os já envelhecidos Volkswagen Polo e Peugeot 207.
Olhando rápido, parece ser apenas uma questão de optar entre o "quadradão" e o "estiloso"... Mas justamente porque há tantas alternativas é que vale avaliar o que pesa mais para o futuro dono: design, pacote de equipamentos ou espaço. O New Fiesta faz bonito nos dois primeiros itens, mas o duelo pretendido com o City, que se dá melhor no quesito espaço, será bastante difícil. Bem aceito no mercado, o modelo japonês vendeu 24,6 mil unidades em 2011 e 30,9 mil no ano passado.
Quem domina atualmente o terreno dos sedãs compactos é o "retão" Chevrolet Cobalt, que deixou o City na vice-liderança, e já ganhou fama de novo queridinho dos taxistas -que entendem tudo de espaço. O Chevrolet Sonic, outro do time dos "estilosos", corre por fora.
Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250
Primeiras impressões: novo Mercedes-Benz E 250
Clássico sedã da marca tenta oferecer mais esportividade no visual.
Voltados para economia e conforto, motor e suspensão se destacam.
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Isso porque foram eles que fizeram do Classe E o mais tradicional sedã da marca alemã ao longo de nove gerações, em 67 anos (a nomenclatura “Classe E”, no entanto, surgiu apenas no início dos anos 90). A atual foi lançada em 2009, e agora recebe a primeira mexida – no exterior, principalmente, mas também na cabine e no motor de quatro cilindros.
Seu torque é de invejáveis 35 kgfm, enquanto o câmbio é um automático (7G Tronic Plus) de sete marchas. Os mesmos números valem para o E 250 Coupé (R$ 239,9 mil). O motor 3.5 V6 não sofreu mudanças, e é exclusivo das configurações E 350 (R$ 284,9 mil) e E 350 Cabriolet (R$ 299,9 mil).
Todos os modelos importados para o Brasil oferecem o padrão Avantgarde de acabamento e equipamentos. Entre os principais itens estão GPS, ar-condicionado de três zonas, auxiliar de estacionamento (Active Parking Assist), detector de fadiga (Attention Assist), teto solar, seis airbags, freios ABS com distribuição de força (EBD) e assistência de frenagem de emergência (BAS), controle de estabilidade (ESP), partida em aclive (HSA) e os incomuns sistemas Brake Drying, que aproxima (mas não toca) as pastilhas dos discos de freio quando o limpador de para-brisa é acionado, e Priming, que põe as pinças em prontidão quando o pé deixa o acelerador.
O E 350 troca o couro sintético dos bancos por couro legítimo, rodas de 17 por 18 polegadas e acrescenta DVDs nos encostos de cabeça dianteiros, além de partida do motor por botão.
Segundo Dirlei Dias, gerente sênior de Vendas e Marketing, a previsão de vendas do Classe E para 2013 é de 450 unidades – 150 do modelo antigo, já comercializadas, e outras 300 do estreante daqui até o final do ano. A versão E 250 responderá por 50% dos emplacamentos, enquanto a E 350 será dona de 30%. Cupê e Cabriolet ficarão com 10% das vendas cada.
O principal rival do Classe E no mercado nacional é o BMW Série 5 que, em sua versão 528i, parte de R$ 224.950. Isso porque a Mercedes sequer considera o A6, que também entra na briga por apresentar potência, dimensões e preços similares. Dias alega que o representante da Audi não goza da mesma tradição de BMW e Mercedes no segmento. Enquanto Série 5 e Classe E foram a escolha, respectivamente, de 1.781 e 1.783 compradores de 2009 a 2012, no mesmo período o A6 vendeu apenas 251 unidades, segundo números da Fenabrave.
A mudança mais significativa (e admirável) está exatamente na "impressão digital" do Classe E: os faróis deixam de ser separados. Os fachos continuam distintos, mas desta vez são unidos por uma só lente, enquanto no modelo anterior um filete do para-choque se metia no meio de um farol maior e outro menor, formando um conjunto efetivamente de quatro peças. O contorno dos LEDs dá o tom de requinte – e é o que o faz ser o Classe E identificável de sempre, só que diferente. Por aqui, apenas o visual com o símbolo das três pontas na grade, e não no capô, será oferecido.
Visto de trás, o Classe E foi menos radical na mudança: as lanternas também são formadas por LEDs (até mesmo na luz de ré) e as ponteiras do escapamento foram redesenhadas (mais alongadas e forçando uma esportividade que o carro não tem), levando a uma reestilização do para-choque. Segundo a marca, 100% da iluminação externa é formada por LEDs.
No E 250, o acabamento interno traz uma chapa de alumínio, de bom gosto, cruzando o painel e emendando com as portas. Porém, no mais luxuoso E 350, a peça é substituída pela eternamente brega imitação de madeira.
Flutuante
Nósexperimentamos o novo Classe E, apenas na configuração E 250, por cerca de 300 km, entre São Paulo e Campos do Jordão (SP), e ao fim do test-drive uma prévia impressão se confirmou. A proposta e a entrega de Classe E, Série 5 e A6 são quase as mesmas, mas basta o proprietário querer leves doses de esportividade e excitação (dinâmica ou visual) a mais que Audi e BMW se tornam os grandes favoritos a serem estacionados na garagem -da mansão, é claro.
O Classe E é um sedã puro – talvez o mais puro de todos –, voltado para quem já trocou, há tempos, a vodca no agito da noite pelo uísque de 18 anos no sofá de couro em casa.
Enquanto Série 5 e A6 têm uma suspensão mais firme e uma direção mais arisca, o Classe E só pensa em conforto. O que não significa, felizmente, que afaste o condutor das reações do veículo. Pelo contrário: o pequeno mas eficiente motor 2.0 de 211 cavalos, o câmbio automático de sete marchas e o brilhante acerto de suspensão – que blinda os ocupantes das irregularidades do asfalto e faz o automóvel de 4,88 m de comprimento "flutuar" na estrada, à medida que a velocidade aumenta, imperceptivelmente – resultam em um carro prazeroso ao volante. É outro tipo de prazer em relação ao que Série 5 e A6 oferecem; nem mais ou menos intenso, apenas diferente.
Quanto ao motor, a história do 528i se repete: o quatro cilindros turbo põe em xeque a existência do seis cilindros aspirado que, a partir de agora (com o salto de potência do propulsor menor), fica exclusivo a quem deseja muito desempenho e faz questão de uma identidade sonora marcante – o ronco do E 250 nada tem de sedutor. E o consumo não deixa dúvidas: média de 11,1 km/l, que poderia ser melhor não fosse o intragável trânsito paulistano.
Menos espaço, mais luxo
Internamente, o nível de requinte percebido é sensivelmente mais alto do que no Série 5, que dá o troco com espaço levemente mais farto. Os materiais usados são de qualidade nos dois casos, mas no Mercedes a expressão do luxo é escancarada.
Depois de E 250, E 250 Coupé, E 350 e E 350 Cabriolet renovados, o próximo da família a desembarcar atualizado no Brasil, em setembro, é o E 63 AMG 4MATIC, o primeiro Classe E com tração integral.
Peugeot revela RCZ R, o mais potente da marca
Peugeot revela RCZ R, o mais potente da marca
Cupê traz motor 1.6 turbo de 274 cv e câmbio manual de seis marchas.
Vendas na Europa começam no inicio de 2014.
Em relação ao modelo de 200 cv, o RCZ R usa componentes mais leves, o que reduz seu peso total em 17 kg. Esteticamente, o novo cupê tem rodas de 19 polegadas distintas e um aerofólio fixo no lugar da peça que se ativa ou se recolhe automaticamente dependendo da velocidade. Logotipos da versão na traseira e na grade frontal concluem a caracterização.
Internamente, o RCZ R tem bancos esportivos e volante de menor diâmetro, que reforçam a esportividade. Ainda de acordo com a Peugeot, o modelo pode ser pintado de vermelho (Moroccan Red), preto (Nera Black), cinza (Mercury Grey) e branco (Opal White). As vendas no mercado europeu terão início no 1º trimestre do ano que vem.
Com venda em alta, GM decide fazer SUV compacto Mokka na Europa
Com venda em alta, GM decide fazer SUV compacto Mokka na Europa
Modelo comercializado pela Opel é feito na mesma plataforma do Tracker.
Apesar da crise, região tem série de lançamentos nesse segmento.
Segundo a GM, a expectativa é de que 5.800 postos de trabalho sejam assegurados com essa iniciativa. No local são produzidos atualmente os modelos da Opel Corsa e Meriva.
A produção do Mokka na Coreia do Sul também será reforçada. O utilitário compacto foi lançado no último trimestre do ano passado e, de acordo com a GM, está entre os 3 SUVs mais vendidos em diversos países europeus.
Investimentos na Europa
Recentemente, a GM anunciou que investirá 4 bilhões de euros em sua operação na Europa e 230 milhões de euros no centro de desenvolvimento em Ruesselsheim, na Alemanha.
O mercado europeu ainda vive os efeitos da crise econômica que reduz a venda de carros. Em maio, os emplacamentos tiveram o nível mais baixo em duas décadas, segundo a Associação de Montadoras Europeias. O segmento de SUVs compactos tem sido um dos poucos a se destacar nesse cenário.
sábado, 2 de março de 2013
HYUNDAI CONFIRMA HB20S COMO PRÓXIMO LANÇAMENTO
HYUNDAI CONFIRMA HB20S COMO PRÓXIMO LANÇAMENTO
Sedã do HB20 será apresentado à imprensa neste domingo (3)
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01/03/2013 18h51 - atualizado às 19h22 em 01/03/2013
A Hyundai Brasil confirmou nesta tarde que o seu próximo lançamento será o HB20S, versão sedã do compacto HB20. O nome do modelo há havia sido revelado porAutoesporte durante o Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro do ano passado. A novidade será apresentada à imprensa em Foz do Iguaçu (PR) no próximo domingo (3).
A montadora sul coreana não informou mais detalhes do modelo, mas espera-se que ele tenha as mesmas configurações da versão hatch. Sob o capô, o HB20S terá duas opções de motor: 1.0 de 80 cv e 1.6 de 128 cv de potência. O câmbio pode ser manual de cinco velocidades ou automático de quatro velocidades.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Internauta flagra novo Chevrolet Malibu em São Paulo
Internauta flagra novo Chevrolet Malibu em São Paulo
Sedã foi apresentado no Salão de São Paulo e deve chegar em breve.
Rival de Fusion e Passat tem motor 2.5 de 200 cv.
Jean Pierre Sene
Internauta, de Mogi das Cruzes (SP)
22 comentários
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Nota da Redação: embora a Chevrolet negue sua
comercialização por aqui, os testes do novo Malibu confirmam que o
modelo será lançado em breve – evidência reforçada pela exibição do sedã
durante o Salão de São Paulo, em outubro. Futuro rival de Ford Fusion, Hyundai Azera e Volkswagen Passat, o novo Malibu é equipado com motor 2.5 litros Ecotec, que nos EUA desenvolve 200 cv. A provável versão destinada ao Brasil é a LTZ, mas desde a básica o modelo traz, entre outros equipamentos, 10 airbgs e sistema multimídia.
A nova geração do Chevrolet Malibu já foi avaliada pelo G1, nos EUA.
domingo, 23 de dezembro de 2012
Confira as novidades previstas para o Salão de Los Angeles
Confira as novidades previstas para o Salão de Los Angeles
Evento abre para a imprensa na próxima quarta-feira, 28.
Novos RAV-4, Cayman e Beetle Cabriolet serão as principais estreias.
Do G1, em São Paulo
2 comentários
Audi
A marca alemã estreará no mercado norte-americano a série CleanDiesel, que terá versões a diesel dos modelos Q5, A6, A7 e A8, equipadas com motor 3.0 TDI.
O X1 K2 Powder Ride, que sugere uma união com esportes radicais, será a principal atração da BMW em Los Angeles. O crossover traz rack de teto que acomoda sistema de alto falantes, suspensão elevada e rodas aro 19 exclusivas.
Além da versão elétrica do Spark, a anfitriã mostrará um Camaro que remete às miniaturas Hot Wheels. O cupê tem rodas diferenciadas e pintura exclusiva, mas mantém motor 6.2 V8, de 406 cv.
Outra anfitriã do evento, a Dodge retomará a série Daytona do Charger, lançada na década de 70. Além de se destacar esteticamente das outras versões – com apêndices aerodinâmicos, rodas diferenciadas e a exclusiva cor Daytona Blue –, o lançamento traz direção e suspensão com ajuste mais esportivo. O motor 5.7 V8, de 370 cv, permanece sob o capô.
O recém-lançado F-Type dividirá atenção com o inédito XFR-S, que por enquanto só apareceu num teaser divulgado pela marca. A versão ainda mais potente do já esportivo XFR será equipada com o 5.0 V8 Supercharged que já impulsiona outros carros do grupo Jaguar Land Rover, como o novo Ranger Rover. BMW M5 e o Mercedes E63 AMG serão seus principais rivais.
O Aventador Roadster será a aposta da marca para Los Angeles. A nova variante do esportivo traz uma capota de fibra de carbono, que quando removida pode ser guardada no porta-malas. O motor é o mesmo 6.5 litros V12, de 710 cv, que leva o esportivo aos 100 km/h em 3 segundos e à velocidade máxima de 350 km/h.
O carro mais aguardado da Mercedes-Benz atualmente é o A45 AMG, que estreará no Salão de Genebra. Antes, a marca alemã lança o SLS Black Series, versão mais radical do esportivo que carrega alterações estéticas, mecânicas e um motor recalibrado para render 631 cv.
A Mercedes também revelará oficialmente o Ener-G-Force, que propõe como será o carro da polícia rodoviária dos EUA (highway patrol) de 2025.
A Mini lançará no Salão de Los Angeles três modelos: o John Cooper Works GP, versão mais esportiva do Cooper S, o Paceman, lançado no Salão de Paris, e o novo Countryman, que passará por sua primeira reestilização.
Porsche
Há tempos a Porsche já havia confirmado a esteia do novo Cayman no Salão de Los Angeles. A segunda geração do cupê buscou inspiração no Carrera GT e terá um novo motor 2.7 litros na versão de entrada.
Uma dos principais lançamentos no Salão de Los Angeles será a nova geração do Forester, tradicional crossover da marca japonesa. Os motores do novo modelo já foram confirmados: 2.5 litros de 170 cv e 2.0 turbo, de 250 cv.
Toyota
Outra importante estreia será a nova geração do RAV-4, que a Toyota guarda a sete chaves até a abertura do evento.
O Salão de Los Angeles marcará a entrada do Beetle Cabriolet no mercado norte-americano. Segundo a marca, o teto poderá ser aberto ou fechado em apenas 10 segundos.
Fiat confirma produção de versão SUV do 500
22/12/2012 15h05
- Atualizado em
22/12/2012 15h05
Fiat confirma produção de versão SUV do 500
Além do 500X, marca também lançará crossover da Jeep.
Fabricados na planta de Melfi, na Itália, modelos estreiam em 2014.
Do G1, em São Paulo
17 comentários
O 500X, assim como future “baby” Jeep, sera construído sobre a plataforma Small Wide da Fiat, que atualmente serve à minivan 500L. Os motores, ainda não confirmados, deverão ser o 1.4 TwinAir e 1.3 Multijet II, movido a diesel.
Internauta flagra Peugeot 208, que chega em abril
21/12/2012 20h00
- Atualizado em
21/12/2012 20h02
Internauta flagra Peugeot 208, que chega em abril
Hatch será produzido no Brasil e foi mostrado no Salão de SP, em outubro.
Versão Premiére, limitada a 208 unidades, marca estreia.
João Pisani Porto
Internauta, de Campinas (SP)
16 comentários
Nota da redação: a Peugeot manterá a estratégia que adotou quando reestilizou o 206 e o batizou de 207. Isso significa que o 208 conviverá com – e não aposentará – o 207, que será a opção de entrada marca. A nova geração do hatch será produzida na planta do grupo PSA Peugeot Citroën em Porto Real, no Rio de Janeiro, e deverá usar o novo motor 1.5 de até 93 cavalos, que neste ano passou a equipar os modelos C3 e C3 Picasso. Entre os destaques das configurações mais caras está o teto-solar, panorâmico. Antes da chegada do 208 às lojas, Peugeot lançará a versão Premiére do veículo, que terá apenas 208 unidades.
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